A BÍBLIA DA DRAMATURGIA

Obra de perfil inedito contará a história da dramaturgia através de textos analíticos do autor, depoimentos de artistas, profissionais, colaboradores e personas esquecidas pela grande mídia. MATÉRIA ATUALIZADA EM 18 DE MARÇO DE 2024.
LAURO CORONA, GALÃ E GRANDE ATOR, QUE VIROU UMA LENDA DA TELEVISÃO BRASILEIRA.
TARCÍSIO MEIRA E GLÓRIA MENEZES NOS HEROICOS ANOS 1970.
Um dos maiores projetos de resgate sobre personalidades artísticas brasileiras segue em frente. No último boletim informativo, comunicamos que dia 23 de setembro do ano corrente, Emerson Links, historiador, dramaturgo e documentarista, havia gravado uma entrevista exclusiva com a atriz Léa Garcia, para a "A BÍBLIA DA DRAMATURGIA". Pra quem não sabe, Links já trabalhou (e ainda trabalha) em outros dois projetos de resgate cultural. O primeiro sobre música, onde já resgatou grandes nomes da MPB e do rock e o segundo sobre cinema (que acabou sendo anexado a este, desde quando Alice Gonzaga, a filha de Ademar Gonzaga, o fundador da Cinedia, gravou entrevista com Emerson Links em 2021). Entretanto, "A BÍBLIA DA DRAMATURGIA", funcionará como uma verdadeira CPI onde artistas e profissionais que fizeram parte da história narrarão suas trajetorias e serão indagados pelo autor sobre experiências na arte de representar no teatro, no cinema e na televisão. Mas o grande diferencial em relação a outras publicações de outrora será a exposição do "baú audiovisual", que trará depoimentos de profissionais que viveram os bastidores das produções em todos os segmentos. Um exemplo que cabe destacar é a presença de Guto Graça Mello, compositor e produtor musical, que relata suas experiências com as trilhas de novelas da Globo nas décadas de 1970 e 1980. Coadjuvantes de luxo também rendem boas histórias, como é o caso de Sylvia Massari, atriz de teatro e televisão, esposa de Guto. O mesmo serve para os diretores de novelas e séries, José Carlos Pieri, Teresa Lampreia, Jacques Lagoa e Maurício Farias. Já atores veteranos como Tony Ramos, Fúlvio Stefanini, Edson Celulari, Sandra Barsotti, Paulo Figueiredo, Lúcia Veríssimo, Tadeu di Pietro, Antônio Petrin, Tião D'Ávilla, Elisangela, Rui Rezende, Narjara Turetta, Maria Zilda Bethlem, Barbara Bruno, Rosana Penna e Nívea Maria, foram casos especificos. Estes priorizaram uma riqueza de detalhes em seus depoimentos jamais vistas, até então. E dá para dizer que o nível de incentivo foi tamanho que Paulo Figueiredo chegou a doar seu acervo pessoal (material fonográfico) da TV Tupi para Emerson Links exibi-lo num futuro museu audiovisual brasileiro. De acordo com o que foi anunciado, até então, a obra será lançada em formato de livro em nível nacional e apresentará outra modalidade de mídia que funcionará como ingrediente "surpresa".
LAURO CESAR MUNIZ, autor de novelas de sucesso na Globo, dos anos 1970 a 2000, sendo entrevistado por EMERSON LINKS.
Muita gente que acompanhava o idealizador e produtor executivo na primeira década de século XXI, através do orkut (o avô das redes sociais em citada época), jamais imaginaria que ele (Emerson) tivesse os dois pés dentro da dramaturgia brasileira, visto que seu plano era contar a história do rock em um longa-metragem de ficção. "Na minha fase infantojuvenil fiz muito teatro. O primeiro ator de renome que conheci foi justamente o Paulo Autran. Ele inventou de dar uma palestra no Colégio La Salle (antigo Colégio das Dores), em Porto Alegre, na capital gaúcha. A partir deste encontro passei a respirar mais dramaturgia que oxigênio (como se não bastasse meu conhecimento enciclopédico sobre o assunto). Isso se intensificou quando conheci Paulo José no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, na década de 1990, tempos que eu escrevia matérias para o Jornal Plantão, e Herval Rossano, num Centro Cultural em São Paulo onde este estava realizando uma oficina para atores, em 1998. Claudio Cavalcanti e David Cardoso foram num programa de TV. Cardoso era uma persona notória do cinema popular brasileiro (leia-se pornochanchadas), um gentleman, continuou colaborando ao longo dos anos. Em tempos que era galã protagonizou a primeira novela das 18 horas a abordar de uma temática sexual bastante sugestiva, "O Homem Proibido", da Globo. Por outro lado, Cavalcanti foi muito profissional e objetivo, quando este me pediu fogo (isqueiro) emprestado para fumar seu cigarro, como era de costume. Nisso, tratei de apresentar logo o projeto sobre a história da dramaturgia e questioná-lo no que fosse possível. Ambos (Claudio Cavancanti e David Cardoso), em lacunas temporais distintas, me passaram suas memórias, durante as gravações do Programa Amaury Junior numa madrugada de 1999. Já Gianfrancesco Guarnieri (que estava numa novela da Band, no início de 1999, e a produção tinha que buscá-lo numa lanchonete próxima) foi outra história que em breve será contada. Mas, enfim ... Na época, eu me hospedava no apartamento da atriz Teca Pereira na capital paulista e este era muito frequentado por personas da classe artística. Eu era apresentado para muita gente e acabei entrando em um portal que nunca mais se fechou. Como eu era frequentemente requisitado a escrever textos para alguns famosos e aspirantes, senti que estava qualificado a escrever sobre qualquer artista ou mesmo a própria história que envolve o passado da dramaturgia brasileira. "A Bíblia da Dramaturgia" germinou a partir de muitos encontros que tive com famosos dispostos a oferecer sessões de depoimentos ocasionais. Nunca vou esquecer a generosidade de Herval Rossano me passar o endereço do seu escritorio na Globo do Rio de Janeiro. Voei de São Paulo a capital carioca em poucas semanas, afim de ouvir o ilustre diretor muito célebre nos anos 1970 e 1980" - conclui o incansável Emerson, um historiador nato, diga-se de passagem. Eventualmente, os seguidores do canal no you tube "Emerson Links" e das redes de mesmo nome, lógico, normalmente procuram se informar a respeito de tudo. Quando isso ocorre, Emerson logo resume parte de sua pré-história: (...) Anterior a essa fase de "A Bíblia da Dramaturgia", fiz teatro, atuei em um comercial para cinema e a minisérie "Atlântida FM e O Anjo", para a RBS-TV, produzi uma trilogia de antidocumentários (fontes ZH, Correio do Povo, Jornal do Comércio, Última Cena), escrevi e dirigi a peça "Hippies Nunca Mais" (fonte: Jornal Zero Hora), trabalhei na montagem de "A Morte do Fabricante de Vinhos", documentei manifestações políticas, esquetes de rua (da lendária Terreira da Tribo), peças de teatro e estreias de filmes (ver canal no you tube), dirigi clips (um para o grupo Rádio Táxi) e caí na estrada com bandas de música e grupos teatrais". (...) "A ocupação impedia que sobrasse tempo para eu escrever sinopses de séries e roteiros para o cinema. Ainda assim, posteriormente, desenvolvi obras originais que pretendo colocar na praça. Hoje estou amadurecido para assumir tal função. Logo encontrarei parcerias confiáveis e as coisas irão acontecer naturalmente".
EMERSON LINKS FOI CAPA DE JORNAL E CAPA DE SEGUNDO CADERNO DO JORNAL ZERO HORA EM 2007.
Simultaneamente ao que foi mencionado acima, Emerson, em sua estada no eixo Rio-SP, por volta dos anos 2000, entrevistava atores, diretores de teatro, cinema e TV, produtores, críticos e agitadores culturais para a obra em curso, como também, publicava algumas matérias em jornais, algumas focadas no Festival de Cinema de Gramado. Alguns cineastas gaúchos colaboraram: Carlos Gerbase (ver you tube canal de Emerson Links), Giba Assis Brasil, Otto Guerra, Paulo Nascimento, Henrique de Freitas Lima, Antônio Jesus Pfeil, etc. Os projetos sempre aconteciam sob caráter investigativo e abrangendo invariavelmente os artistas sobreviventes da dramaturgia brasileira. A maioria dos "grandes" e "pequenos grandes nomes" foram registrados através de depoimentos, ao longo dos anos, em um formato de jornalismo audiovisual bem informal. Vale lembrar que determinados nomes (alguns falecidos) jamais deram entrevistas completas para a grande mídia valendo-se da própria linha de tempo. Foi necessário o advento do you tube para, enfim, Links finalmente liberar trechos do seu vasto acervo. Com o avanço da pandemia em 2020, registros de espetáculos e bastidores foram deixados de lado. Encontros não presenciais predominaram a tal ponto, devido a disponibilidade de tempo da classe artística, que Emerson deixou demais trabalhos pendentes em estado de hibernação provisória. "Eu temia que a velha guarda fosse desaparecer com o advento da Covid. Precisei correr contra o tempo a fim de entrevistar artistas e profissionais com mais de 60 anos em um ritmo vertiginoso, sempre com medo de falhar nos contatos e demais paradeiros desconhecidos. Pouco a pouco, criei um museu audiovisual independente que será uma referência para a grande obra a ser constituída" - destaca o incansável investigador cultural.
ISAAC BARDAVID ENTREVISTADO POR EMERSON LINKS, UM MÊS ANTES DE VIR A FALECER.
O ATOR E DIRETOR PAULO FIGUEIREDO CONTOU GRANDES HISTÓRIAS QUE ESTARÃO NA "BÍBLIA DA DRAMATURGIA". NOS PRIMÓRDIOS FOI MUITO MARCADO PELA IMAGEM DE GALÃ, MAS SEU TALENTO E PERSISTÊNCIA ESTÃO PRESENTES EM NOVELAS DA TUPI, SBT, RECORD E REDE GLOBO. MAIS PRECISAMENTE EM 1979 FOI PROTAGONISTA NA TRAMA DE CASSIANO GABUS MENDES, "MARROM GLACÊ", QUE FEZ MUITO SUCESSO NO HORÁRIO DAS 19 HORAS.
CLAUDIA ALENCAR CONTRIBUIU EM VÁRIAS SESSÕES DE DEPOIMENTOS COMANDADAS PELO AUTOR DE "A BÍBLIA DA DRAMATURGIA". UM POUCO DA HISTÓRIA DELA. BACHAREL LICENCIADA EM TEATRO (ECA -USP), ESTREOU EM 1975 NUM TELETEATRO DA TV CULTURA, MAS POSTERIORMENTE DIVIDIU CENA COM ATORES RENOMADOS COMO PAULO AUTRAN, MARCO NANINI EM ESPETÁCULOS POR TODO O PAÍS. FOI VENCEDORA DE MUITOS PRÊMIOS ALÉM DE ENCARNAR AS PERSONAGENS DAS NOVELAS DOS ANOS DE OURO DA TV TUPI, FEZ CARREIRA EM OUTRAS EMISSORAS COMO A BAND E SBT. EM 1984, JÁ DENTRO DA TV GLOBO, ESTREOU NA MINISSÉRIE "PADRE CÍCERO", ESCRITA POR AGUINALDO SILVA E DOC COMPARATO. FINALMENTE, DOIS ANOS DEPOIS, ATUOU EM "RODA DE FOGO", DE LAURO CÉSAR MUNIZ, TAMBÉM PELA GLOBO, MAS FEZ MUITO SUCESSO COMO A MULHER DE BRANCO EM "TIETA", NOVELA LANÇADA EM 1989. NA DÉCADA SEGUINTE, CONTINUOU NA GLOBO EM PRODUÇÕES COMO "FERA FERIDA" (1993), "CARA & COROA" (1995), "ANJO DE MIM" (1996) E NA MINISSÉRIE "HILDA FURACÃO" (1998). NO SÉCULO XXI FOI BASTANTE ATUANTE NA TELEVISÃO. REGULARMENTE MARCOU PRESENÇA NO CINEMA E LANÇOU CINCO LIVROS.
SUELY FRANCO, A VETERANA PREMIADÍSSIMA ATRIZ DO TEATRO E DA TELEVISÃO, COLABOROU COM MUITOS DEPOIMENTOS PARA O PROJETO. MESMO COM EXTENSA CARREIRA NOS PALCOS, FEZ SUCESSO NA TELEVISÃO EM NOVELAS DA GLOBO COMO "O ESPIGÃO" (1974), "CUCA LEGAL" E "O GRITO" (1975), "ESTUPIDO CÚPIDO" (1976), "CHEGA MAIS" E "MARINA" (1980), "BAILA COMIGO" E "JOGO DA VIDA" (1981), "GUERRA DOS SEXOS" (1983), "TRANSAS & CARETAS" (1984), "MULHERES DE AREIA" (1993), "TORRE DE BABEL" (1998), "O CRAVO E A ROSA" (2000), ENTRE MUITAS.
REINALDO GONZAGA, ATOR, CANTOR E COMPOSITOR. PARTICIPOU DOS ANOS DOURADOS DA TELEVISÃO BRASILEIRA. ASSIM COMO SEU PAI, O SAUDOSO ATOR CASTRO GONZAGA, CONSTRUI CARREIRA NAS NOVELAS DA GLOBO COMO UM ROSTO BEM FAMILIAR, A PONTO DE EMENDAR UMA OBRA POR ANO, ESPECIALMENTE EM NOVELAS COMO: "A PRÓXIMA ATRAÇÃO" (1970), "MINHA DOCE NAMORADA" (1971), "O PRIMEIRO AMOR" (1972), "A PATOTA" (1972), "CARINHOSO" (1973), "BRAVO!" (1975), "ANJO MAU" (1976), "SARAMANDAIA" (1976), "DONA XEPA" (1977), "TE CONTEI?" (1978), "PAI HERÓI" (1979), "CHEGA MAIS" (1980), "AS TRÊS MARIAS", "PÃO PÃO BEIJO BEIJO" (1983), E ASSIM POR DIANTE... ENCERROU SEU CICLO DE ATOR DE NOVELAS EM "AMOR & REVOLUÇÃO" (2011), QUE FOI UMA GRANDE APOSTA DO SBT EM ESTRUTURAR, MAIS UMA VEZ, UM NÚCLEO DE TELEDRAMATURGIA PERMANENTE. REINALDO TRABALHOU EM MUITAS LOCUÇÕES NO MERCADO PUBLICITÁRIO E PRINCIPALMENTE EM DOCUMENTÁRIOS JORNALÍSTICOS DEVIDO A VOZ PRIVILEGIADA. ATUALMENTE ESTÁ DEDICADO AO MUNDO DA MÚSICA, MAS SEM DEIXAR A ATUAÇÃO DE LADO.
KADU MOLITERNO FOI OUTRO ROSTO BASTANTE FAMILIAR DO PÚBLICO DAS NOVELAS LANÇADAS NOS ANOS 1970, 1980, 1990 E UMA BOA PARTE DO SÉCULO XXI.MUITO POPULAR NAS NOVELAS DA GLOBO, INTEGROU O ELENCO DE "SELVA DE PEDRA" (1972), "O PULO DO GATO" (1978), "A SUCESSORA" (1978), "CABOCLA" (1979), "AS TRÊS MARIAS" E "ÁGUA VIVA" (1980), MAS, SOBRETUDO, EMPLACOU NA MÍDIA APÓS O APOGEU DO SERIADO "ARMAÇÃO ILIMITADA" (1985-1988), DIVIDINDO CENAS COM ANDRÉ DE BIASE, ANDRÉA BELTRÃO E O MENINO JONAS TORRES. DEPOIS O SERIADO GANHOU UMA REENCARNAÇÃO, "JUBA & LULA" (1989), REAPROVEITANDO AS MESMAS PERSONAGENS JÁ APROVADAS PELOS TELESPECTADORES DO PERÍODO ANTERIOR. KADU NÃO PERDEU O GÁS, SEGUIU ATUANDO EM NOVELAS NAS DÉCADAS DE 1990 E 2000. EM 1992, PARTICIPOU DO ELENCO DA MINISSÉRIE "ANOS REBELDES" (1992), DE GILBERTO BRAGA. O MESMO JÁ HAVIA OCORRIDO COM O MESMO AUTOR EM "DONO DO MUNDO" (1991). ENTRETANTO, OUTROS TRABALHOS VIERAM COMO "SEX APPEAL" (1993) E "MEMORIAL MARIA DE MOURA" (1994), DESTACANDO-SE AS NOVELAS "PÁTRIA MINHA" (1994), "QUATRO POR QUATRO" (1994), "VIRA-LATA" (1996), "ANJO MAU", O REMAKE (1997) E "SUAVE VENENO" (1999). DEPOIS DE ALGUMAS PARTICIPAÇÕES, ENTROU NO ELENCO FIXO DE "COMO UMA ONDA" (2004), "BANG BANG" (2005), "AMAZÔNIA" (2007), "BELEZA PURA" (2008) E "PARAÍSO" (2009). NA SEGUNDA DÉCADA DE 2000, ENCARNOU PERSONAGEM BÍBLICO EM UMA NOVELA DA RECORD, "A TERRA PROMETIDA" (2016) E EM "TOPÍSSIMA" (2019), PELA MESMA EMISSORA. TAMBÉM FOI VISTO NA SÉRIE "CHUTEIRA PRETA" SOBRE O MUNDO DO FUTEBOL.
TIÃO D'ÁVILLA, QUE MARCOU ÉPOCA NA NOVELA "ESTÚPIDO CUPIDO" (1976), DA REDE GLOBO. O ATOR CONTRIBUIU COM VALIOSOS DEPOIMENTOS FALANDO SOBRE SUA TRAJETORIA NO CINEMA, TEATRO E TELEVISÃO.
RÉGIS MONTEIRO, ATOR PRESENTE NAS NOVELAS DA TV TUPI NA DÉCADA DE 1970.
MARCELO PICCHI, ATOR E GALÃ DAS NOVELAS DA GLOBO, NOS ANOS 1970 E 1980, ALÉM DE MARCAR PRESENÇA NO TEATRO E NO CINEMA. FOI PRESENÇA MUITO NOTADA EM NOVELAS COMO "BRAVO!" (1975), "O CASARÃO" (1976), "AS SOMBRAS DOS LARANJAIS" (1977), "SEM LENÇO SEM DOCUMENTO" (1977), "SÍTIO DO PICAPAU AMARELO" (1978), "FEIJÃO MARAVILHA" (1979), "CORAÇÃO ALADO" (1980), "CIRANDA DE PEDRA" (1981), "O HOMEM PROIBIDO" (1982), "CORPO A CORPO" (1984-1985), "DONA BEIJA" (1986), "MANIA DE QUERER" (1986), "HELENA" (1987), "MANDALA" (1987), "FERA RADICAL" (1988), "QUE REI SOU EU?" (1989), ENTRE MUITOS ÊXITOS. AINDA NO CINEMA, RECEBEU ELOGIOS POR SUA ATUAÇÃO NO LONGA-METRAGEM, "AMOR VORAZ", (1984), DIRIGIDO PELO MESTRE WALTER HUGO KHOURY. APESAR DE TUDO O QUE FOI CITADO, NESTAS RESUMIDAS LINHAS, AS RAÍZES DO ATOR VEEM DOS PALCOS. MARCELO PICCHI INICIOU NO GRUPO PORÃO 7, EM SÃO CARLOS-SP, DESDE ENTÃO NUNCA PENSOU EM PARAR. ELE PRÓPRIO CONTA SUA HISTÓRIA ATRAVÉS DESTA OBRA.
O DIRETOR JACQUES LAGOA, DA SAUDOSA TV TUPI E UM DOS MESTRES DO GLORIOSO TEATRO PAULISTA.
MIRIAM MEHLER, OUTRA GRANDE DAMA DO TEATRO, COLABOROU PARA O PROJETO DE EMERSON LINKS.
LÉA GARCIA, OUTRA GRANDE DAMA DA ARTE DE REPRESENTAR. SÃO MUITAS HISTÓRIAS QUE ENVOLVEM SUA VASTA CARREIRA NO CINEMA, TEATRO E TELEVISÃO. QUEM NÃO SE LEMBRA DA SUA VILÃO NA PRIMEIRA VERSÃO DE "ESCRAVA ISAURA" (1976), NA GLOBO, QUANDO TINHA QUE FUGIR PARA NÃO APANHAR DO PÚBLICO DIARIAMENTE? MUITAS HISTÓRIAS DELA SERÃO CONTADAS. AGUARDE.
MARIA CEIÇA, UMA GRANDE ATRIZ, COM MUITA HISTÓRIA PARA CONTAR.
CARLOS EDUARDO NOVAES, AUTOR DA NOVELA "CHEGA MAIS" (1980) E SÉRIES NA GLOBO.
O CONSAGRADO ATOR FÚLVIO STEFANINI, DURANTE A GRAVAÇÃO DE DEPOIMENTOS COM EMERSON LINKS.
NORMA BLUM, VETERANA DO CINEMA NACIONAL E DA TELEVISÃO BRASILEIRA.
IRIS BRUZZI, RECÉM CHEGADA DOS ESTADOS UNIDOS, GRAVANDO ENTREVISTA.
PAULO GUARNIERI, NUM INTERVALO DA GRAVAÇÃO DE DEPOIMENTOS SOB O COMANDO DE EMERSON LINKS. FILHO DE GIANFRANCESCO GUARNIERI E DA JORNALISTA CECÍLIA THOMPSON, E TAMBÉM IRMÃO DO FINADO FLÁVIO GUARNIERI, DESDE CEDO, PASSOU A SER NOTADO COMO ASTRO INFANTIL DA NOVELA "MULHERES DE AREIA" (1973), AINDA NA TV TUPI. SEU PRIMEIRO TRABALHO NO CINEMA FOI EM "PARADA 88 - O LIMITE DE ALERTA" (1977), DEPOIS FEZ "AMOR BANDIDO" (1979), POUCO ANTES DE ESTREAR E FAZER SUCESSO NA GLOBO COMO O GALÃ TEEN DE "PLUMAS & PAETÊS" (1980), NOVELA DE CASSIANO GABUS MENDES. ALTERNOU TELEVISÃO COM O TEATRO, MAS SEGUIU NA GLOBO EM OUTRAS DUAS NOVELAS COMO "SÉTIMO SENTIDO" (1982), DE JANETE CLAIR, E "PÃO PÃO BEIJO BEIJO" (1983), DE WALTHER NEGRÃO. OUTROS TRABALHOS DE DESTAQUE VIERAM: "VEREDA TROPICAL" (1984), "CAMBALACHO" (1986), "MEMÓRIAS DE UM GIGÔLO" (1986), "BEBÊ A BORDO" (1988), "O PRIMO BASÍLIO" (1988), "RAINHA DA SUCATA" (1990) E "QUATRO POR QUATRO" (1995). FOI VISTO PELA ÚLTIMA VEZ NA NOVELA, "PERDIDOS DE AMOR" (1996), PELA TV BAND. O CINEASTA E ATOR SELTON MELLO DECIDIU CONVIDÁ-LO PARA ATUAR NO LONGA "FELIZ NATAL" (2007), AO LADO DA LENDÁRIA DARLENE GLÓRIA. ATUALMENTE O ATOR RESIDE EM PORTUGAL, MAS AO CONTRÁRIO DO QUE DIZEM, NÃO ABANDONOU A CARREIRA ARTÍSTICA APENAS A ATIVIDADE EMPRESARIAL É QUE ESTÁ EM PRIMEIRO PLANO, NO MOMENTO. ISSO DESMENTE OS BOATOS ESPALHADOS PELA MÍDIA BRASILEIRA.
SOLANGE THEODORO, ATRIZ DAS NOVELAS DA GLOBO, A PARTIR DA DÉCADA 1980, QUE, TAMBÉM, ATUOU AO LADO DE PAULO GUARNIERI EM "PLUMAS & PAETÊS", DE CASSIANO GABUS MENDES.
ANTÔNIO PETRIN, UM MESTRE NA ARTE DE ATUAR, SEMPRE MAIS LEMBRADO PELA VERSÃO CLÁSSICA DA NOVELA "O PANTANAL" (1990), INICIOU CARREIRA NO TEATRO NOS IDOS DE 1960, FORMANDO-SE PELA EDA, DIRIGIDA POR ALFREDO MESQUITA, POR VOLTA DE 1967. TRABALHOU COM DIRETORES CONSAGRADOS COMO ANTUNES FILHO, AUGUSTO BOAL, EMÍLIO DI BIASI, MAURO RASI, FLÁVIO RANGEL, ENTRE DIVERSOS. SUA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA NA TELEVISÃO FOI NO SERIADO "22-2000 CIDADE ABERTA" EM 1965, PELA TV GLOBO DO RIO DE JANEIRO E ESTÚDIOS HERBERT RICHERS. SUA ESTREIA NA GLOBO FOI EM "OSSOS DO BARÃO" (1973) E DEPOIS FOI PRA A TV TUPI PARA PARTICIPAR DA NOVELA "TCHAN, A GRANDE SACADA" (1976) E "O DIREITO DE NASCER" (1976). PASSOU A SER MAIS NOTADO NA SÉRIE DE TELEVISÃO GLOBAL, "MALU MULHER", PROTAGONIZADA POR REGINA DUARTE. NA DÉCADA SEGUINTE, COMEÇOU A MARCAR PRESENÇA NAS OBRAS DA TV BAND: "OS ADOLESCENTES" (1981-1982), "NINHO DA SERPENTE" (1982) E "RENÚNCIA" (1983). DEPOIS FOI PARA O SBT, MAS REGRESSOU A GLOBO ATRAVÉS DA MINISSÉRIE "ANARQUISTA GRAÇAS A DEUS", AO LADO DE NEY LATORRACA, DÉBORA DUARTE, MARCOS FROTA E GRANDE ELENCO. ANTES DE ESTREAR NA MANCHETE NA LENDÁRIA "PANTANAL" E "ANA RAIOE ZÉ TROVÃO" (AMBAS DE 1990), PETRIN DEIXOU SUA MARCA EM "VIDA NOVA" (1988), NA GLOBO, TAMBÉM ESCRITA PELO MESMO AUTOR DO SEU FUTURO GRANDE SUCESSO COMO VILÃO. A PARTIR DAÍ SEGUIU TRABALHANDO SEM NUNCA PENSAR EM APOSENTADORIA.
NINA DE PÁDUA, ATRIZ MUITO POPULAR EM NOVELAS E MUITO LEMBRADA POR SUA PRESENÇA NO CINEMA, PRINCIPALMENTE DEVIDO AO SUCESSO DE "MENINO DO RIO" (1981). AQUI, GRAVANDO DEPOIMENTOS COM EMERSON LINKS.
O ATOR E DIRETOR, JORGE FERNANDO, QUE NÃO ESTÁ MAIS ENTRE NÓS.
Totalizando esta e outras experiências de estrada seguramente armazenadas em seu baú, Emerson já documentou nada menos que 2 mil e 38 entrevistas, ao longo de 24 anos de trabalho, de forma independente e com recursos da iniciativa privada em regime cooperativista. Em alguns casos recebeu doações e colaborações, mas, até então, não recorreu a leis de incentivo a cultura (apesar deste recurso ser muito comum em países de Primeiro Mundo). De qualquer forma, a cada dia que passa, Links ganha mais adesões e, também, novos colaboradores.
Enfim ... nomes importantes do período clássico da (tele) dramaturgia, como se apresenta nesta pequena 'longa' lista: Tony Ramos, Edson Celulari, Rosamaria Murtinho, Paulo Figueiredo, Emiliano Queiróz, Fúlvio Stefanini, Iris Bruzzi, Norma Blum, Arlete Montenegro, Maria Pompeu, Edwin Luisi, Nívea Maria, Marcelo Picchi, Antônio Petrin, Tadeu Di Pietro, Tonico Pereira, Carlos Gregório, Kadu Moliterno, Imara Reis, Lúcia Veríssimo, Sandra Barsotti, Élida L'astorina, Haroldo Botta, Fátima Freire, Élcio Romar, Suely Franco, Roberto Pirillo, Bárbara Bruno, Rui Resende, Tião D'Ávilla, Sônia de Paula, Patricia Scott Bueno, Reinaldo Gonzaga, Rogério Fróes, Tony Correa, Analu Prestes, Priscila Camargo, Monique Lafond, Maria do Rocio, Cleo Ventura, Elizabeth Hartmann, Carmem Marinho, Stella Freitas, Clarisse Abujamra, Cristina Pereira, Sylvia Massari, Ana Maria Magalhães, Denise Del Vecchio, Nina de Pádua, João Signorelli, Kate Hansen, Marcos Breda, Werner Schünemann, Atílio Bari, Dalilea Ayala, Eduardo Tornaghi, Miriam Mehler, Annamaria Dias, Maria Ceiça, André de Biase, Paulo Guarnieri, Solange Theodoro, Marco Antonio Pamio, Felipe Martins, Daniel Ávila, Bemvindo Sequeira, Marília Barbosa, Walter Breda, Lúcia Alves, Narjara Turetta, Ney Sant'ana, Roberto Frota, Flávio Galvão, Maria Zilda Bethlem, Nuno Leal Maia, Giuseppe Oristânio, Sylvia Bandeira, entre vários. Vale destacar os finados já citados (no primeiro paragrafo) e também os generosos Rubéns Caribé, Elizangela, Isaac Bardavid, Françoise Forton, Léa Garcia e Dilma Lóes. Além destes últimos e outros, também diretores de televisão: O já mencionado Herval Rossano e o nunca lembrados Reynaldo Boury e Luiz Antônio Piá. Dos sobreviventes contribuiram: José Carlos Pieri, Ary Coslov, Maurício Farias, Marcos Alvisi, Mauro Farias, Jacques Lagoa, Alexandre Boury, Moacyr Góes, Teresa Lampreia e assim por diante. Autores clássicos de novelas como Vicente Sesso, Lauro César Muniz, Walther Negrão, Carlos Eduardo Novaes, Marcíclio Moraes, Aimar Labaki, entre outros, incluindo dramaturgos como Luís Arthur Nunes, Aziz Bajur, Aimar Labaki e muitos outros nomes muito especiais que já gravaram entrevistas exclusivas e sessões de depoimentos com Emerson Links (autor do projeto, sempre é bom repetir). Algumas destas entrevistas que estarão no livro serão disponibilizadas em versões compactas no you tube. Essa é uma forma de divulgar o projeto e antecipar algo que o leitor corra o risco de ter que esperar por muito tempo.
EDUARDO TORNAGHI, UM GRANDE NOME ESQUECIDO, MUITO PRESENTE NA "BÍBLIA DA DRAMATURGIA", REPASSANDO TODA A SUA EXPERIÊNCIA DE ESTRADA.
O próximo passo do autor de "A Bíblia da Dramaturgia" será localizar o paradeiro de artistas e profissionais que ainda não aderiram ao projeto. "Desde que estejam em condições emocionais e eticamente abertos a realizar uma viagem no tempo, todos serão bem-vindos. Por experiência, sei que uma pequena parcela ignora o passado artístico devido a traumas e decepções e, por tal razão, infelizmente, privaram o público de conhecer suas histórias. Em compensação, muitos outros deram uma lição de generosidade e cidadania. Enfim, quem já participou gostou. Utilizo sempre um método que deixa toda a personalidade entrevistada sempre muito à vontade. Utilizo minhas próprias experiências como ator e diretor de teatro, uso recursos de empatia e conhecimento enciclopédico, além daquilo que fiz brevemente no audiovisual e na publicidade e o que surgiu intensivamente nas novas mídias digitais" - concluí Emerson Links, muito otimista.
EDSON CELULARI ENTREVISTADO POR EMERSON LINKS, EM DUAS SESSÕES DE GRAVAÇÕES.
JOSÉ CARLOS PIERI, QUE DIRIGIU NOVELAS PARA A GLOBO E DEMAIS EMISSORAS, FALANDO DIRETO DE PORTUGAL.
A DIRETORA TERESA LAMPREIA.
ATÍLIO BARI, APRESENTADOR DO PROGRAMA "PERSONA", DA TV CULTURA, GRAVANDO UMA EXCLUSIVA COM EMERSON LINKS.
THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
PARA SABER MAIS, ASSISTA NO YOU TUBE, no Canal Emerson Links, o POINT DA NOSTALGIA, onde o projeto é divulgado:
CONTATOS COM A PRODUÇÃO DE "A BÍBLIA DA DRAMATURGIA": E-mail: emerson.links.autor@gmail.com

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